Ainda há espaço para hipocrisia …

0,,32913510-FMMP,00 Sobre o caso da estudante hostilizada na Uniban podemos tirar uma conclusão bastante interessante. De fato a hipocrisia ainda tem muito espaço na sociedade sendo, aliás, a base do nosso país.

Não concordo com o que fizeram com a aluna. Ninguém tem o direito de desmerecer o outro. Agora, transformar a jovem em uma pura e meiga estudante que apenas queria prosseguir com seus estudos é pura demagogia. Todos já passamos por universidades e sabemos que muitos que estão por lá, vão pelo chopinho, pela bagunça, pelas drogas e pela banalização sexual. Os estudos são deixados em último plano.

Qual seria a intenção de ir a uma universidade com um vestido tão curto e provocante? Certamente para outras finalidades não ligadas ao verdadeiro propósito desse tipo de instituição.

Agora recebemos a notícia de que a jovem recebera duas propostas de universidades distintas para que ela possa concluir “seus estudos”. É incrível como existem aproveitadores para toda e qualquer situação. Afinal, que propaganda gratuita não conseguirão as universidades em questão, não é mesmo?

Acho também hipócrita a maneira como a jovem foi tratada, pois isso é fato comum em universidades. Ela não foi a primeira e nem será a última a utilizar tais vestimentas. A banalização sexual já é evidenciada nos mais variados setores da sociedade.

A verdade é que todos se aproveitam da hipocrisia para benefício próprio. Nessa história são culpados tantos os agressores, como a jovem e também as instituições.

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Montagem da Mostra Cultural

S6302465Como prometido a foto da montagem da nossa sala. Esses alunos ajudaram muito no dia de hoje. Ficaram até depois do horário para deixar a sala pronta para os trabalhos de amanhã. Boa sorte a todos que lutaram para que tudo desse certo. Tenho certeza de que amanhã irão arrebentar.

S6302459Lucas, Mariana, Renata, Dener e Matheus

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Montagem da IIª Mostra Cultural

fevre_volta_redonda_guiavr-com Hoje montaremos a sala para exibição do Júri Simulado (Modo de vida capitalista x Degradação do Meio Ambiente). Os alunos estão empenhados e ansiosos para os debates que ocorrerão ao longo da sexta-feira em sessões de 30 minutos cada.

O trabalho tenta mostrar aos alunos e também aos visitantes o maior confronto em que a sociedade irá se deparar. Como preservar o meio ambiente e ao mesmo tempo manter os confortos e facilidades que a vida moderna nos ensinou? Busca salientar a diferença dos discursos politicamente corretos com a realidade praticada.

É grande a satisfação em ver os alunos realmente empolgados com o trabalho. Feiras de ciências ou mostras culturais nunca encheram meus olhos por serem caracterizados por temas já batidos e portanto sem objetivos diretos para formação do jovem. Pelo menos sob minha visão. Dessa forma, é gratificante ver no segundo ano seguido o desenvolvimento de um trabalho que tem um propósito atual de conscientização e reflexão dos obstáculos que serão enfrentados por todos nós.

Nos próximos dias farei o relato através de fotografias de todo processo de montagem, apresentação e conclusão do trabalho.

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Que tal uma?


Para que o calor não seja tão insuportável, uma bela imagem para compartilhar com os amigos ...
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Final de ano letivo é um problema!

Chegamos em novembro. Praticamente o último mês do ano letivo de 2009. Passado o famoso “outubrite”, onde todos os professores sofrem crises existenciais por já estarem estressados e ainda faltar certo tempo para acabar, é hora de estruturar as últimas avaliações e conteúdos.

Justamente aí reside o problema. Muitos dos alunos já aprovados não possuem o nível de interesse do início do ano. Aliado a isso a falta de tempo não nos permite adentrar em um conteúdo totalmente, fazendo-nos permanecer na superficialidade. Apesar de estarmos um pouco felizes com o final próximo é tremendamente incômodo não podermos aprofundar e ao mesmo tempo não ter como deixar de passar o conteúdo.

Transforma-se esse momento em um período sem propósitos mais importantes. Como se fôssemos um time sem chances de título e sem a possibilidade de cair. Cumprimos tabela, apenas.

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3 anos da minha princesinha


No último dia 28 de outubro minha filhota completou 3 aninhos de vida. Tomei a liberdade de compartilhar essa data maravilhosa pois muitos que por aqui passam me conhecem desde da época do seu nascimento. Conviveram com minhas angústias, com meus anseios.

Cecília trouxe grandes responsabilidades, mas também inúmeras alegrias. Difícil imaginar nossas vidas sem essa pequena. Atualmente, em constante interação com todos nós, demonstra como é esperta, linda e de bem com a vida. Quem dera fôssemos como as crianças, que não se preocupam com valores menores que tanto convivemos na fase adulta.

Um grande abraço a todos.
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Impermeabilização nas áreas urbanas

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Fazendo algumas pesquisas sobre o tema pela internet, descobri que desde 2008 a população mundial está em maior número nas zonas urbanas do que em zonas rurais. Tal notícia nos chama atenção para uma realidade que já ocorre no Brasil há muito tempo. Foi-se o tempo em que muitos de nós tínhamos parentes no campo onde geralmente viajávamos nas férias. O mundo está cada vez mais urbano e com esta característica alguns problemas crônicos aumentam significativamente.

Deixando a violência, a superlotação, as submoradias, o desemprego e outros problemas de lado, temos na impermeabilização dos solos um problema que poucos dão a devida atenção em tempos de poucas chuvas, mas que nas épocas mais úmidas provocam sérios danos.

Na segunda-feira, dia 19 de outubro, tive um desses exemplos que comprova que em obras de urbanização a importância dada à drenagem das águas é quase nula. Em um pé d’agua daqueles, voltando do trabalho pela Rodovia Presidente Dutra, por pouco não fico sem carro. Ao conseguir me alojar em um posto de gasolina percebi que pouco tempo depois a água havia subido acima da mureta central que divide as duas pistas da rodovia. Mesmo sabendo que o volume de água em poucos minutos fora tremendo, o sistema de escoamento ficou longe do ideal para a localidade. Afinal, trata-se de uma rodovia federal, de grande importância para o país.

Nos centros urbanos de Volta Redonda e Barra Mansa a situação é bem pior. No caso da última cidade ameniza o fato da zona urbana ter crescido entre os morros e o rio Paraíba do Sul, dessa forma muito difícil de planejar algo em cima do que está pronto. Volta Redonda não, é um caso clássico de como as obras públicas são feitas com descaso. Zonas planejadas, amplas, planas, dotadas de grande infra-estrutura, simplesmente se “afogam” com qualquer chuva mais forte.

Nada de relevante foi anunciado para solução desses problemas. Dificilmente serão solucionados uma vez que em centros maiores essa já é uma realidade de décadas. Parece que o brasileiro se acostumou com essa realidade e já consegue conviver com o caos.

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Irracionalidade

Como rubro-negro é inegável a felicidade por estar em busca de um título nacional. Felizmente, o futebol funciona para mim apenas como ferramenta de descontração. Quando esse recurso ultrapassa o senso de racionalidade e inteligência a situação pode se complicar.

A ignorância e intolerância de alguns torcedores para com o rival é inaceitável. O caso dos torcedores do flamengo que depredaram o lindo estádio do Engenhão deve ser passível de punições severas para o que o mesmo não possa voltar a ocorrer.

Uma pena que devido as facilidades que os meliantes encontram em nossa justiça, tenhamos de constatar mais e mais eventos como o de ontem.

Todavia, mesmo com toda irracionalidade e violência, o que mais me incomoda é que enquanto milhares estão se quebrando mutuamente por questões banais, assuntos mais sérios são deixados de lado. Não seria ótimo se essa voracidade fosse descarregada em questões como o descaso com a saúde e a educação? Tudo sem violência, claro.

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Pelo jeito não é só por aqui.

professor Um dos grandes problemas que enxergo quando se questiona sobre os gargalos da educação, diz respeito ao nível de preparo dos professores. Em outras ocasiões citei que de fato a formação de qualidade do profissional faz muita diferença. O problema se cria quando pegamos um problema complexo e atribuímos a este uma solução fácil, geralmente tentando encontrar um bode expiatório.

A formação, bem como a valorização do profissional, deve ser continuada. Todavia, os problemas não se resumem a isso. Por que não parar para averiguar as condições a que muitos professores estão submetidos? Em muitos casos não só apenas à falta de preparo e valores dos discentes, como também à sensação de insegurança.

Hoje, saiu na coluna de Demétrio Weber do O Globo, uma matéria relatando a visão do presidente do Centro de Política Educacional (Center of Education Policy), nos Estados Unidos. Para ele, da mesma forma como muitos reducionistas por aqui, a solução seria derrubar a estabilidade profissional que os professores possuem e vincular seu salário ao desenvolvimento dos alunos.

Mesmo os Estados Unidos possuindo realidade distinta do Brasil em alguns aspectos, torna-se complicado fazer uma coisa dessas. Eu mesmo, que sempre me dediquei como profissional, possuindo um salário vinculado ao desempenho dos alunos estaria perdido. Dessa forma, estariam aumentando drasticamente a pressão sobre o profissional e, ao mesmo tempo, isentando de culpa outras esferas como a família, o estado e o próprio aluno.

Confira a matéria na íntegra.

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Transporte Público em Barra Mansa

02052c0f4599c2aa6bead905338f1214Em tempos de aquecimento global e da maior preocupação com o meio ambiente pensar na evolução dos transportes públicos passa a ser inevitável. Não apenas por questões ambientais, mas pela situação em que se encontram as cidades com o excesso de automóveis em suas vias.

Sim, meus senhores, mesmo em Barra Mansa, cidade do interior do Rio de Janeiro, com aproximadamente 180 mil habitantes, nos horários de maior tráfego fica impossível circular com seu veículo. Nessa dinâmica, a atitude de deixar seu veículo em casa para aderir ao transporte público passa a ser cogitado. Isso é fato em muitas cidades no mundo, principalmente nos países desenvolvidos.

A questão que fica é como aderir a um transporte público tão ineficiente. Tratando-se mais especificamente de Barra Mansa a situação pode ser considerada mais delicada. A Auto Comercial Barra Mansa, há décadas como prestadora de serviços no município, deixa muito a desejar quando nos referimos a qualidade dos serviços. São horários instáveis, pouquíssimos ônibus em horário de “rush”, passagens proporcionalmente caras, dentre outros.

Focarei-me especificamente nos dois primeiros quesitos. Os horários instáveis talvez sejam os que mais me preocupem atualmente. Se você pretende utilizar o transporte público em Barra Mansa é bom saber o horário exato do seu ônibus e ainda torcer para que ele realmente passe na hora desejada. São inúmeros os relatos de pessoas que permanecem nos pontos por mais de uma hora.

Quando a questão se refere aos horários de maior circulação populacional, o número de veículos introduzidos para o momento é incapaz de suprir a necessidade. Eu sinceramente, não consigo entender que em pleno 2009 ainda achemos normal as pessoas circularem de ônibus em pé, sem qualquer medida de segurança. São ônibus entupidos onde o risco de acidentes torna-se latente.

Seria interessante explicações por parte das autoridades locais, como o prefeito Zé Renato e o ex-prefeito Roosevelt Brasil. Talvez maior pressão populacional surtisse efeito. Mobilização pacífica diga-se de passagem.

É interessante como uma empresa que há tempos não cumpre seu papel com qualidade consegue se manter como prestadora dos serviços públicos tão necessários à população.

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