Bom professor é aquele cujo os alunos aprendem ...
Mais uma vez venho discutindo as opiniões parciais de muitos estudiosos por aí. Agora foi a vez de Eric Hanushek, educador e economista da Universidade de Stanford. Segundo o estudioso "o bom professor é aquele cujo os alunos aprendem".
Temos de tomar cuidado com tais ideias, pois afirmar isso seria entender o aprendizado apenas como pura transmissão de um lado para o outro. Ou seja, os alunos não aprendem porque os professores são ruíns. E quanto a família desestruturada? A falta de amparo do estado em suas mais variadas esferas? E quanto aos alunos, vítimas de todo processo? Carentes de valores morais, éticos e das necessidades mais básicas de um ser humano. Seria correto apenas atribuir o fracasso da instituição aos profissionais que estão diretamente conectados às salas de aula?
O mesmo estudioso afirma ainda que os novos profissionais deveriam passar por contratos de 5 anos antes da efetivação. Aqueles que por ventura obtivessem desempenhos insatisfatórios deveriam ser retirados do magistério. Seria interessante analisar o que o autor da ideia classifica como "desempenho". Seria apenas ligado aos índices e taxas de aprovação? Em caso afirmativo estaríamos certamente perdidos...
Gostaria de propor o trabalho no magistério para todos aqueles que gostam de dar pitacos ao cotidiano daquilo que não conhecem. Apenas dentro de sala um indivíduo é capaz de saber quais são os gargalos da educação pública.
Finalmente, gosto sempre de reiterar que temos inúmeros profissionais desqualificados para a função. Não nego isso de forma alguma. Entretanto, uso meu espaço para debater as ideias reducionaistas que atribuem soluções simples para problemas complexos.
Temos de tomar cuidado com tais ideias, pois afirmar isso seria entender o aprendizado apenas como pura transmissão de um lado para o outro. Ou seja, os alunos não aprendem porque os professores são ruíns. E quanto a família desestruturada? A falta de amparo do estado em suas mais variadas esferas? E quanto aos alunos, vítimas de todo processo? Carentes de valores morais, éticos e das necessidades mais básicas de um ser humano. Seria correto apenas atribuir o fracasso da instituição aos profissionais que estão diretamente conectados às salas de aula?
O mesmo estudioso afirma ainda que os novos profissionais deveriam passar por contratos de 5 anos antes da efetivação. Aqueles que por ventura obtivessem desempenhos insatisfatórios deveriam ser retirados do magistério. Seria interessante analisar o que o autor da ideia classifica como "desempenho". Seria apenas ligado aos índices e taxas de aprovação? Em caso afirmativo estaríamos certamente perdidos...
Gostaria de propor o trabalho no magistério para todos aqueles que gostam de dar pitacos ao cotidiano daquilo que não conhecem. Apenas dentro de sala um indivíduo é capaz de saber quais são os gargalos da educação pública.
Finalmente, gosto sempre de reiterar que temos inúmeros profissionais desqualificados para a função. Não nego isso de forma alguma. Entretanto, uso meu espaço para debater as ideias reducionaistas que atribuem soluções simples para problemas complexos.







0 comentários:
Postar um comentário
As mensagens aqui expressas são de inteira responsabilidade de quem as escreve. Sinta-se em casa e deixe seu comentário: